Soluções · esgotamento sanitário

O extravasamento avisa
antes de acontecer.

Nível do poço de sucção, estado das bombas e alarme no celular: a elevatória de esgoto deixa de ser descoberta pela reclamação do morador.

Atualizado em

O problema: a elevatória de esgoto é descoberta pela reclamação

Uma estação elevatória de esgoto trabalha sem ninguém olhando. O poço de sucção enche, a bomba liga, o poço baixa. Quando algo sai dessa rotina — boia travada, bomba queimada, rotor obstruído, falta de energia, afluência acima do projeto — nada avisa. O sistema sinaliza a falha por meio do extravasamento: esgoto na via, na galeria ou no córrego.

A partir desse ponto, o custo deixa de ser operacional. Extravasamento é ocorrência ambiental, com exposição ao órgão de controle, atendimento emergencial fora do horário e desgaste junto à população. E costuma acontecer de madrugada ou no fim de semana, quando a equipe está mais distante.

Na ETE o problema tem outra forma: sem medição contínua, o acompanhamento do processo depende de coleta e de registro manual em planilha. Desvio de operação só aparece no relatório, dias depois de ter acontecido.

Como o VecView resolve

A solução é a mesma da cadeia de água, aplicada ao esgotamento: medir no campo, transmitir por rede celular e tratar o desvio como alarme, não como relatório.

  • Nível do poço de sucção, medido continuamente. É o indicador que antecipa o extravasamento: nível fora da faixa normal significa que o bombeamento não está dando conta, qualquer que seja a causa.
  • Estado das bombas e alarmes do painel — partida, falha, alternância, tempo de operação por equipamento.
  • Alarme no celular de quem está de plantão, no momento em que a condição aparece.
  • Histórico por estação, que mostra se a elevatória vive no limite ou se a ocorrência foi isolada — a diferença entre um reparo e um projeto de ampliação.

Em redes de esgoto também importa o inverso do nível alto: nível que não sobe pode indicar obstrução a montante.

Devices para este caso

  • VV-IoT-300 — o device usual na elevatória de esgoto. O poço tem painel e energia, e o 300 lê o que já está instalado: transmissor de nível por 4-20 mA, estados digitais do conjunto, registros do inversor ou do controlador por Modbus-RTU em RS-485. Instala em trilho DIN, alimentado por fonte de 10 a 30 Vcc.
  • VV-IoT-220 — para pontos de rede sem energia, onde a telemetria precisa funcionar a bateria. Entre as aplicações previstas do 220 está justamente a telemetria de estações elevatórias de água e/ou esgoto.
  • VV-IoT-400 — quando além de observar é preciso atuar sobre o bombeamento, com saídas de controle.

O comparativo da linha coloca os três lado a lado.

Módulo da plataforma

As elevatórias de esgoto entram como camada no mesmo mapa georreferenciado da água: a operação não troca de sistema para acompanhar os dois. A tela mostra o nível atual de cada poço, o estado do conjunto, os alarmes abertos e o histórico. Os módulos estão descritos em plataforma VecView.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Esgoto, EEE e ETE

Como a telemetria evita o extravasamento de uma elevatória de esgoto?
Medindo o nível do poço de sucção continuamente. Quando o nível sobe acima da faixa normal — bomba parada, boia travada, afluência acima do esperado — o alarme sai antes de o poço transbordar, o que dá tempo de atuar.
É possível monitorar elevatória de esgoto sem energia no local?
O poço de sucção quase sempre tem painel e energia, então o device usual é o VV-IoT-300, que lê o painel por 4-20 mA, pulso ou Modbus. Em pontos de rede sem energia, o VV-IoT-220 trabalha a bateria.
Dá para acompanhar a condição das bombas?
Sim. O VecView registra os estados operacionais e os alarmes do conjunto, o que permite ver alternância de bombas, falha de partida e tempo de operação por equipamento.
O esgoto entra no mesmo mapa que a água?
Sim. Água e esgoto são camadas do mesmo mapa georreferenciado: a operação acompanha os dois sistemas na mesma tela, com os mesmos alarmes e os mesmos relatórios.
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